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O movimento feminista na sociedade contemporânea




O movimento feminista tem se mostrado fracassado diante comportamentos exibicionistas da maioria das mulheres em dias atuais, expondo corpos desnudos em praticamente todos os meios de comunicação.

Comportamentos que desvalorizam por completo o Movimento Feminista desde sua origem.

Os primeiros movimentos feministas por emancipação datam do Século XVIII e se utilizaram de romances e artigos jornalísticos para que assim pudessem se expressar e expandir suas ideias de independência, buscando libertação da dominação masculina.

Segundo relatos históricos, foi a Rainha Vitória, da Inglaterra, que fez com que o sonho da emancipação feminina retrocedesse por muito tempo.

O que as feministas não esperavam era com a completa desmoralização do movimento, muito mais separatista que liberatório, e dessa vez, não por apenas uma, mas sim por uma boa parte das mulheres da sociedade atual.

Os corpos que num primeiro momentos foram usados como arma para libertação, hoje se tornam prisão. A grande maioria tornou-se veículo de sua própria desvalorização.

Claro que a mulher não só pode como deve competir com homens na escolha profissional, no livre arbítrio de sua sexualidade ou qualquer outro tema ou tabu, mas a meu ver, tiveram mais desvantagens que lucros, jogando no lixo 2 séculos de lutas reivindicatórias.

Exercem com maestria as inúmeras profissões as quais se habilitam, mas comportam-se de forma vulgar, vestindo ou despindo (vestindo quase despindo) obedecendo modismos de desconstrução da figura feminina.

Nós mulheres conquistamos o “direito” aos palavrões e gírias degradantes, que antes eram utilizadas somente por baixo nível mental.

Conquistamos também o direito de nos embriagar, fumar, se drogar sem qualquer pudor para afirmar a igualdade e tomamos a frente no convite ao ato sexual, ganhando dessa forma a “possibilidade” de relacionar-se com “qualquer um”.

Conseguimos mais, como por exemplo, ridicularizar de maneira grotesca a figura infantil, erotizando-a e “celebrando” a quebra precoce da virgindade como sendo o hímen um entrave social.

Todas essas “conquistas” causaram sérios efeitos colaterais, já que grande parte delas foi obtida através de um baixo nivelamento mental.

Ora, relacionamentos homem mulher deve se basear em cooperação mútua e não em dominação. Surge então outro grave problema social, a violência doméstica.

Na Idade Média os maridos tinham o dever de punir suas esposas, espancando-as para prevenir maus comportamentos, mostrando assim, superioridade sobre elas.

Até mesmo o bastão utilizado para tal função tinha medida estabelecida, portanto, tudo poderia ser feito desde que nenhum osso fosse rompido ou sua fisionomia não ficasse comprometida.

O espancamento legal de mulheres se normatizou em alguns “Códigos Morais” como o de Manu que possuía como uma de suas regras a incapacidade e a ausência total de direitos à vontade própria, desta maneira, deveria estar sob guarda de seu pai na infância, de seu marido na juventude e de seus filhos (homens) na velhice.

Manu deu ás mulheres o amor de seu leito, o apetite sexual, a cólera, as más inclinações, a perversidade e o desejo de retribuir o mal.

Séculos mais tarde ainda nos deparamos com cenas covardes e degradantes em nome da obediência feminina. Pesquisas recentes demonstram que a cada hora 503 mulheres sofrem algum tipo de violência seja ela física, verbal, psicológica ou patrimonial.

Chutes, socos, tapas, puxões de cabelo, tornam-se recorrentes numa sociedade que compreende na violência mecanismo singular para a “resolução de conflitos”através do encarceramento feminino, resgatando comportamentos primitivos de outrora.

Assim, em busca de libertação, as mulheres enfrentam batalhas sociais, intelectuais e morais desgastantes e vazias, desrespeitando a própria figura na impensada intenção de demonstração de poder.

Leis de combate á violência contra a mulher como a Maria da Penha, tem servido apenas para humilhação da vítima ao invés de protegê-la. Questionamentos quanto as condutas da vítima na obtenção da violência são comuns em delegacias especializadas.

Atitudes como essa, vindas de autoridades supostamente detentoras de “soluções” nos fazem retroceder e recriar mesmo que de maneira inconsciente códigos amorais de repressão á violência através da própria violência.

Enquanto não houver conscientização pela educação, não existirão leis capazes de normatizar de maneira eficaz mentes tão retrógradas, desprovidas de consciência humana.

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